UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS
NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA
ESTRUTURA DO PROJETO DIDÁTICO
TEMA: Pluralismo Religioso.
TÍTULO:
1. Apresentação
O presente trabalho tem como objetivo mostrar que o ensino religioso é uma disciplina que tem como finalidade compreender o fenômeno religioso tornando-se imprescindível a inclusão do pluralismo religioso nas aulas de ensino religioso.
Ao analisar o lugar e a função da simbologia no processo de educação religiosa, é possível perceber o quanto os símbolos religiosos são significativos no dia-a-dia das pessoas, sobretudo na vida das crianças e dos jovens. A intervenção pedagógica será feita em duas escolas de Aracaju: o Oratório Festivo São João Bosco e Colégio Estadual Jackson de Figueiredo. Esta abordagem teve como objetivos desenvolver a importância do simbolismo religioso na formação do ser humano, bem como promover a compreensão dos diferentes símbolos. Além disso, ressalta a relevância da atribuição dos símbolos no processo educativo a fim de aprimorar o entendimento e conhecimento dos mesmos no cotidiano dos alunos. Pretende-se demonstrar para os estudantes, durante a aplicação das atividades, que a simbologia religiosa não estava distante do seu cotidiano.
Ritos e rituais são determinados costumes carregados de simbologias e significados, de suma importância para aqueles que os praticam. Os mesmos podem servir de modo positivo para a afirmação da identidade de um grupo, quanto de modo negativo mascarando as relações sociais, reafirmando as práticas de dominação e autoritarismo. É comum ouvirmos falar em rituais de iniciação, consagração, passagem, de exclusão e outros. As pessoas e as organizações podem afirmar e reafirmar seus valores, suas crenças e ideologias dominantes no seu grupo social.
O tema folclore e seus principais elementos restituem o desenvolvimento cultural resgatando, vivenciando e valorizando as manifestações religiosas e culturais. A sabedoria popular e a música na perspectiva de “ferramenta pedagógica” tornam-se imprescindíveis para que nas aulas de ensino religioso o educador possa suscitar a diversidade cultural e religiosa e tornar o aluno mais cidadão e causar essa cidadania mais democrática. É possível o professor trabalhar a sabedoria popular presente na realidade do aluno e fazer uma conexão das tradições populares e religiosas ampliando o universo cultural e religioso do aluno. Contudo, visamos relacionar as manifestações populares com o pluralismo religioso na perspectiva de inclusão da diversidade religiosa.
2. JUSTIFICATIVA:
A importância do Projeto está na formação para o convívio com a alteridade.
Mesmo diante das barreiras consideradas “fundamentalistas”, o que se propõe, em função do projeto sobre pluralismo religioso nas escolas é a chamada “ética da diversidade”, que, na explicação de Ubiratam
D’AMBROSIO (1998), pode ser resumida assim: "Respeito
pelo outro com todas as suas diferenças; solidariedade
com o outro na busca de sobrevivência
e de transcendência, isto é, na
satisfação de suas necessidades materiais e espirituais; e cooperação com outros na preservação do patrimônio natural e
cultural comum."
Ora, esta “ética da diversidade”, corresponde à pós-moderna valorização da alteridade, confirmando como o fenômeno da volta ao sagrado reflete as características culturais atuais.
Por outro lado, supõem-se ser possível estabelecer uma identidade de princípios que, nascidos da própria natureza do fenômeno religioso, podem representar um terreno comum para a participação futura dos estudantes no diálogo com o outro, enquanto membros críticos da sociedade.
3. Duração: 04 Semanas
4. Objetivos:
- Compreender as nossas diferenças; colocar-se no lugar do outro especificamente a refletir sobre a diversidade religiosa;
- Expressar-se e comunicar-se na busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a reflexão e sensibilidade no sentido de uma consciência plural.
5. Atividades e procedimentos propostos.
Local:
ESCOLAS REUNIDAS ORATÓRIO FESTIVO SÃO JOÃO BOSCO - 5º Ano do Ensino Fundamental.
ESCOLAS REUNIDAS ORATÓRIO FESTIVO SÃO JOÃO BOSCO - 5º Ano do Ensino Fundamental.
Objetivo:
Motivar os alunos a participar das atividades propostas durante a semana de pluraridade.
Estratégia:
a) Utilização de dinâmica de interação social possibilitando a aproximação dos educandos
b) Aplicação de atividade lúdica para desenvolvimento de pesquisa
Motivar os alunos a participar das atividades propostas durante a semana de pluraridade.
Estratégia:
a) Utilização de dinâmica de interação social possibilitando a aproximação dos educandos
b) Aplicação de atividade lúdica para desenvolvimento de pesquisa
Desenvolvimento:
Será aplicada a dinâmica para interação da turma onde o relacionamento será facilitado, assim possibilitando a aplicação de um questionário. Os entrevistadores serão as alunas e também os entrevistados.
Será aplicada a dinâmica para interação da turma onde o relacionamento será facilitado, assim possibilitando a aplicação de um questionário. Os entrevistadores serão as alunas e também os entrevistados.
Após a aplicação das entrevistas através das fichas em
anexo, se dará início há uma atividade prática, com a aplicação de uma
metáfora.
“Nosso
jardim é formado por diversas flores”
Essas flores serão as pessoas entrevistadas, as crianças vão
escolher as formas mais “similares” e
caracterizar com folhas e pétalas, adicionando cores características.
caracterizar com folhas e pétalas, adicionando cores características.
Deve-se orientar que a aluna também faça a sua própria ficha
e flor para que seja também utilizada na
análise.
análise.
São 3 perguntas que norteiam a análise de identidade, quantas pessoas moram com ela, quais os “referências” de fé que o entrevistado conhece e qual a cor que o indica.
O comparativo entre as produções das alunas e o autorretrato
nos mostrará a distorção de pluralismo, dando bases para futuras ações.
É interessante que todos possam fazer uns dos outros mas não existindo a possibilidade que se faça pelo menos 4 retratos flores de cada criança.
É interessante que todos possam fazer uns dos outros mas não existindo a possibilidade que se faça pelo menos 4 retratos flores de cada criança.
Forma de aplicação:
Em situação de tempo mínimo
Formar grupos de 4 crianças e cada uma faz uma flor de cada
Em situação de maior tempo devemos ir aumentando o número de componentes dos grupos.
Após o acabamento realizado pelas alunas, deve-se recolher todas para análise posterior.
Atividade extraclasse:
Através das mesmas fichas, deve-se orientar as crianças a fazer os questionamentos aos vizinhos e também ilustrar as flores.
Deve acontecer o recolhimento e ver como a criança visualizou nas residências a expressões de fé. Nesse momento poderemos entender que ele visualizou a casa dos vizinhos assim tendo uma mais fidelidade no retrato, o que nós levará e ver as características mas definidas dos conceitos culturais dela, da criança.
Atividades sobre Mito e Pluralismo Religioso:
1 .
Colorir a figura da Deusa Ostara, com as cores
vivas da primavera.
2 .
Leitura do mito de Ostara. Construir um painel
com desenhos, gravuras ou imagens (opção do professor ou da turma) , refente ao
mito da deusa Eostre, descrevendo de
forma escrita (abaixo ou ao lado de cada desenho, gravura ou imagem) o
significado dos elementos relacionados aos costumes da páscoa identificados no
mito, para exposição num mural da classe ou da escola. EX: Ovos, coelho,
primavera, deusa eostre...
Atividades sobre Simbolismo Religioso e Diversidade Religiosa:
A religião é algo muito pessoal e que cada pessoa deve ter bem resolvida dentro de si. Independente de qual for, deve segui-la. Entre as religiões que conhecemos muitas delas possuem símbolos religiosos que fazem com que elas sejam reconhecidas em qualquer parte do mundo. Porém não são apenas símbolos sem importância, todos eles possuem significados.
Realmente,
antes de tudo existiu Khaos (Caos)...
(Hesíodo)
Os gregos – através de sua mitologia – consideravam os elementos da Natureza (o Sol, a Terra, o Céu, o Oceano, as Montanhas, etc.) como forças autônomas, honrando-os como deuses, elevados pela fantasia a seres ativos, móveis, conscientes e dotados de sentimentos, vontades e desejos. Estes deuses constituíam-se na fonte e na essência de todas as coisas do universo.
( Tales de Mileto, Wikipédia, 2007)
Vamos pensar sobre esta idéia de Hesíodo e a influência da mitologia na vida dos Gregos da antiguidade. Professor faça um desafio, ou seja, é a criação de uma necessidade para que o educando, através de sua ação, busque o conhecimento e estabeleça uma relação deste tema com os que já possuem.
Sugestões de questões que podem ser colocadas no quadro de giz para incentivar a turma sobre o tema:
Teogonia
Deuses Primordiais: 116-153
Sim bem primeiro nasceu Cáos
depois também Terra de amplo seio,
de todos sede irresvalável sempre,
dos imortais que têm a cabeça do Olimpo nevado,
e Tártaro mevoento
no fundo do chão de amplas vias,
e Eros: o mais belo entre deuses imortais, solta-membros,
dos deuses todos e dos homens todos
ele doma no peito o espírito e a prudente vontade.
Do Cáos
Érebo e Noite negra nasceram.
Da Noite
aliás Éter e Dia nasceram,
gerou-os fecundada unida a Érebo em amor.
Terra primeiro pariu igual a si mesma
Céu constelado,
para cercá-la toda ao redor
e ser aos deuses venturosos sede irresvalável sempre.
Pariu altas Montanhas,
belos abrigos das deusas ninfas
que moram nas montanhas frondosas.
E pariu a infecunda planície impetuosa de ondas o Mar,
sem o desejoso amor.
Depois pariu do coito com Céu:
Oceano de fundos remoinhos
e Coios
e Crios
e Hipérion
e Jápeto
e Téia
e Réia
e Têmis
e Memória
e Febe de áurea coroa
e Tétis amorosa.
E após com ótimas armas
Cronos de curvo pensar,
filho o mais terrível: detestou o florescente pai.
Pariu ainda os Ciclopes de soberbo coração:
Trovão,
Relâmpago
e Arges de violento ânimo
que a Zeus deram o trovão e forjaram o raio.
Eles no mais eram comparáveis aos deuses,
único olho bem no meio repousava na fronte.
Ciclopes denominava-os o nome,
porque neles circular olho sozinho repousava na fronte.
Vigor, violência e engenho possuíam na ação.
Outros ainda da Terra e do Céu nasceram,
três filhos enormes, violent os, não nomeáveis.
Cotos,
Briareu e Giges,
assombrosos filhos.
Deles, eram cem braços que s altavam dos ombros, improximáveis
cabeças de cada um cinqüênta brotavam dos ombros, sobre os grossos membros.
Vigor sem limite, poderoso na enorme forma.
Atividades sobre Simbolismo Religioso e Diversidade Religiosa:
A religião é algo muito pessoal e que cada pessoa deve ter bem resolvida dentro de si. Independente de qual for, deve segui-la. Entre as religiões que conhecemos muitas delas possuem símbolos religiosos que fazem com que elas sejam reconhecidas em qualquer parte do mundo. Porém não são apenas símbolos sem importância, todos eles possuem significados.
1- O
orientador fará alguns questionamentos aos alunos ,sobre alguns símbolos que
identificam as diferentes religiões do mundo.(questionamentos como, quais são
os símbolos que eles conhecem ,o significado e qual matriz religiosa pertence.
2- Depois
de um debate ,o orientador ,fará um esclarecimento com exposição dos símbolos e
seus significados nas instituição religiosas.
3- Em
seguida o professor passará uma atividade ,onde os estudantes criarão um jogo
de memoria. Onde eles farão cartões com figuras do símbolos e cartões com o
nome da religião. Fazendo assim uma interação entre eles sobre a importância do
significado da simbologia em cada religião.
Obs: como material de
apoio orientador distribuirá as figuras
com os símbolos e os nome das religiões, onde eles utilizarão materiais para
construção do jogo de memoria :papel cartão, cola, tesoura, caneta e tesoura.
A água é símbolo de pureza e
fonte de vida, tendo por isso um papel central em várias religiões como o
Cristianismo, o Islamismo, o Judaísmo e o Hinduísmo. As limpezas com água são
um fator comum, mas cada religião tem as suas particularidades no que toca à
utilização da água.
A água tem um papel central em diversas religiões e nas crenças de todo o mundo. Como fonte de vida representa o (re) nascimento. A água lava o corpo e, consequentemente, purifica-o, e estas duas qualidades conferem-lhe um grande simbolismo, ou mesmo um estudo sagrado. A água é, portanto, um elemento-chave em cerimónias e rituais religiosos.
A água tem um papel central em diversas religiões e nas crenças de todo o mundo. Como fonte de vida representa o (re) nascimento. A água lava o corpo e, consequentemente, purifica-o, e estas duas qualidades conferem-lhe um grande simbolismo, ou mesmo um estudo sagrado. A água é, portanto, um elemento-chave em cerimónias e rituais religiosos.
Proposta
da atividade
1 -
O professor fará a leitura do texto, deixando
uma atividade de busca, sobre a importância da simbolização da água nos rituais das religiões.
2 -
O
professor Orientará o educando a elabora um álbum ou cartaz com imagem do uso
do elemento água nas diferentes
religiões. Exemplo no cristianismo a imagem
da simbolização da água no ritual do batismo.com isso o aluno fará uma
reflexão da importância e o significado
da água nas diversas religiões.
Obs.
Poderá ser colocado como ideia dependendo dos recurso da escola ,a elaboração
da apresentação em forma de slide ou
outro recurso digital para exposição das
imagens.
Atividades sobre Ritos e Pluralidade Religiosa
Procedimentos
a) Organizar uma aula em
que os alunos tenham a oportunidade de apreciar os mais diversos diálogos.
b) Expor os objetivos em
lugar que todos possam observar atentamente.
c) Pedir que cada um fale
sobre o assunto abordado.
d) Estabelecer com os
alunos uma conversa sobre a escolha realizada, os motivos que os levam a ta
concepção.
e) Propor que cada um faça um desenho de
observação do objeto escolhido.
Rodinha
Senta com todos os
alunos no chão, de preferência ao ar livre, para uma conversa sobre o assunto
proposto, e fale sobre a diversidade religiosa falam sobre a pluralidade de
forma diferente, e o que elas pensam sobre isso.
Recurso
a) Análise – Analisar,
comparar, criticar, debater, diferenciar a existência dos diversos ritos
religiosos.
b) Material para imaginário:
suporte-papel
c) Revistas em quadrinho
para a história.
Avaliação-
Todos devem ser avaliados como participantes.
a) O estabelecimento de relações
(definidos para laços afetivos, sensações, referencias, estranheza, novidade).
b) A expressão oral e a
comunicação
c) Atitude de entendimento
pessoal
d) O envolvimento em
articular percepção, imaginação, emoção, reflexão
e) A expressão individual.
- Projeção em vídeo do filme: "rituais dos muçulmanos", que será utilizado para iniciar a discussão sobre conceito de ritos;
- Dividir a turma em 6 grupos, onde cada grupo ficará responsável por abordar uma religião (catolicismo, islamismo e judaísmo) explicando o entendimento e relação;
- Exposição de cartazes elaborados pelo professor retratando os ritos e a pluralidade religiosa;
- Proposição de exercício;
- Para encerrar será feita uma revisão de tudo o que foi discutido e visto na aula;
Atividades sobre Folclore e Diversidade Religiosa:
O professor leva uma árvore
grande com maçãs desenhadas com espaço dentro para os alunos ir falando os nomes
das tradições religiosa que eles conhecem. À medida que cada aluno vai falando
o professor vai escrevendo.
Objetivo: A construção de uma árvore das religiões é para mostrar a diversidade religiosa presente em nossa realidade.
O aluno deverá fazer uma pesquisa sobre as principais datas de festividades religiosas e populares e porque elas são comemoradas. Pesquisar as músicas e danças que são comuns nessas festividades.
Confeccionarem grupo um painel de acordo com as pesquisas realizadas
- O painel deverá ter todos os elementos que compõem essas festividades inclusive a letra de músicas, danças e etc.
Após a confecção do painel os alunos deverão apresentar aos colegas
- Cada grupo de alunos irá fazer um jornal com notícias das festividades de acordo com as apresentações do mural dos demais grupos.
- A apresentação pode pensar em encenações, danças e músicas.
O professor deve propor que os alunos imaginem que foram participar de diversas festas religiosas em vários lugares e em dupla irão fazer um álbum do que viram nessas festividades.
- As fotos ou figuras representadas nos álbum devem demonstrar os elementos mais importantes, as pessoas como estão vestidas, tudo que é importante nas comemorações. Depois cada dupla apresenta seu álbum
- o aluno deve produzir um cartão bem colorido para parabenizar as fotos tiradas na viagem dos colegas.
- Em grupo os alunos devem escolher uma religião para apresentar uma encenação, uma música , dança,podem levar uma comida,objetos importantes da religião.
O professor deve propor uma música ou uma dança onde todo o grupo caracterizado iria participar
O objetivo é expressar o pluralismo religioso e o respeito à diversidade religiosa nessa dança ou música onde todos iriam participar. Como se fosse uma festividade universal.
Objetivo: A construção de uma árvore das religiões é para mostrar a diversidade religiosa presente em nossa realidade.
O aluno deverá fazer uma pesquisa sobre as principais datas de festividades religiosas e populares e porque elas são comemoradas. Pesquisar as músicas e danças que são comuns nessas festividades.
Confeccionarem grupo um painel de acordo com as pesquisas realizadas
- O painel deverá ter todos os elementos que compõem essas festividades inclusive a letra de músicas, danças e etc.
Após a confecção do painel os alunos deverão apresentar aos colegas
- Cada grupo de alunos irá fazer um jornal com notícias das festividades de acordo com as apresentações do mural dos demais grupos.
- A apresentação pode pensar em encenações, danças e músicas.
O professor deve propor que os alunos imaginem que foram participar de diversas festas religiosas em vários lugares e em dupla irão fazer um álbum do que viram nessas festividades.
- As fotos ou figuras representadas nos álbum devem demonstrar os elementos mais importantes, as pessoas como estão vestidas, tudo que é importante nas comemorações. Depois cada dupla apresenta seu álbum
- o aluno deve produzir um cartão bem colorido para parabenizar as fotos tiradas na viagem dos colegas.
- Em grupo os alunos devem escolher uma religião para apresentar uma encenação, uma música , dança,podem levar uma comida,objetos importantes da religião.
O professor deve propor uma música ou uma dança onde todo o grupo caracterizado iria participar
O objetivo é expressar o pluralismo religioso e o respeito à diversidade religiosa nessa dança ou música onde todos iriam participar. Como se fosse uma festividade universal.
Local:
COLÉGIO ESTADUAL JACKSON DE FIGUEIRÊDO - 9º Ano do Ensino Fundamental.
Introdução
Jogo: CONHECENDO O MUNDO
PLURAL
O jogo mundo plural tem caráter educativo e incluindo a busca e o entendimento do aluno
quanto ao mundo ao seu redor.
Através de técnicas de observação e pesquisa o jovem conhecera os indivíduos que
convivem no seu dia a dia, possibilitando a socialização através de dinâmicas.
Serão utilizadas ilustrações e objetos referenciais para o envolvimento do anulo com as
atividades.
Justificativa:
A educação dos dias atuais enfrenta uma realidade de individualismo cada vez maior,
sendo preciso reintegrar o ser humano nas relações sociais, para uma melhor harmonia
em seu meio de convívio.
Objetivos gerais:
Socializar o aluno com a comunidade escolar e a comunidade que vive, pesquisar
costumes dos indivíduos em seu meio através de coleta de dados através de formulários
ou de fotografias. Aonde no final do projeto será criado um blog que irá conter essas
informações produzidas por eles mesmos.
Objetivos específicos:
Entender a diversidade no mundo atual para possibilitar a inclusão de todos.
ATIVIDADE
Etapa inicial:
Fixação de dos banners e entrega do folder de todo projeto.
Aplicação da dinâmica: vamos fazer uma pergunta, só que vamos empregar termos de
diferente para tentar mudar a pergunta, porém deixaremos com o mesmo sentido, em um
tipo de carta dupla, aonde a resposta será com mimicas e também resposta escrita
aonde iremos obter a diversidade nas respostas que será entregue ao professor.
1°FASE: Iremos fixar uma caixa na sala aonde vai conter o material que eles irão
utilizar(ou seja os formulários para que eles obtenha os dados) durante todo projeto.
Os alunos irão fazer um tipo de pesquisa que terão que obter dados. Esse dado que eles
vão coletar primeiramente será entre os próprios alunos. Incluindo também uma dinâmica
para facilitar o relacionamento entre os mesmo.
2°FASE: Na segunda fase eles irão fazer novamente o que foi feito na primeira fase,
porém eles agora terão que obter dados de seus familiares e vizinhos.
ETAPA DE AVALIAÇÃO
Bem essas atividades que as planejamos de certa forma vamos tentar aplicar nas duas
escolas, porém haverá algumas moderações quanto no caso ORATORIO. Devido à faixa
etária das crianças, iremos tentar fazer com que elas no final criem uma espécie de jardim
virtual, nesse jardim elas irão representar a diversidade com as características de seus
familiares. E no final do projeto vamos colocar no blog fotos e o material das crianças com
o seu material.
Atividades sobre Mitos e Pluralismo Religioso
- Iniciar as atividades dialogando com os estudantes, no sentido de registrar o que os alunos conhecem sobre mitologia, seja de um período histórico ou na atualidade. Investigue se a turma já ouviu falar em Teogonia. Neste primeiro momento é importante que o Professor estimule a turma a participar e que registre as concepções dos alunos sobre o tema proposto. A seguir, Professor, anote quais as curiosidades, que conhecimentos os estudantes possuem sobre o tema e o que gostariam de discutir?
- Sugerimos que, inicialmente, esta atividade seja realizada com a dinâmica do cochicho em grupos de 2 alunos, preferencialmente os que estão próximos, solicite que a dupla anote rapidamente em folha separada as principais idéias discutidas (5 minutos). A seguir estabeleça um diálogo coletivo com a turma para que todos tenham uma visão geral das idéias apresentada e passe para as atividades da problematização no quadro de giz.
- Inicie com a seguinte frase:
(Hesíodo)
Os gregos – através de sua mitologia – consideravam os elementos da Natureza (o Sol, a Terra, o Céu, o Oceano, as Montanhas, etc.) como forças autônomas, honrando-os como deuses, elevados pela fantasia a seres ativos, móveis, conscientes e dotados de sentimentos, vontades e desejos. Estes deuses constituíam-se na fonte e na essência de todas as coisas do universo.
( Tales de Mileto, Wikipédia, 2007)
Vamos pensar sobre esta idéia de Hesíodo e a influência da mitologia na vida dos Gregos da antiguidade. Professor faça um desafio, ou seja, é a criação de uma necessidade para que o educando, através de sua ação, busque o conhecimento e estabeleça uma relação deste tema com os que já possuem.
Sugestões de questões que podem ser colocadas no quadro de giz para incentivar a turma sobre o tema:
- Dimensão filosófica: O que é mito? Em que época se registrou os primeiro s pensamentos mitológicos na Grécia? Qual a importância desta forma de pensar com a filosofia?
- Dimensão histórica: Quem foi Hesíodo? O que ele escreveu? O que é o Khaos para os gregos?
- Dimensão social: Nos dias atuais, as pessoas ainda possuem concepções mitológicas?
- Dimensão científica: O pensamento mitológico pode ser explicado cientificamente? Possui um método?
Propomos
que o professor utilize uma imagem para iniciar as atividades.
Por exemplo:
- Observe esta imagem e anote
o que ela representa para você?
- Quais as cores
predominantes?
- Existe um movimento na
imagem? Qual?
- Que sentimentos ela
desperta em você?
GAIA
Esta
imagem foi estilizada a partir de outra imagem sobre a mitologia grega: Gaia é
a personificação da Terra como deusa.
Questione sua turma:
- Como surgiu o nosso
planeta, o nosso sistema solar?
- Qual a origem da vida?
- Quais as teorias que eles
conhecem sobre a origem do universo? Do homem?
Poderíamos
iniciar a apresentação do tema com um fragmento que descreve a origem do
universo, elaborada por Hesíodo em Teogonia.
Deuses Primordiais: 116-153
depois também Terra de amplo seio,
de todos sede irresvalável sempre,
dos imortais que têm a cabeça do Olimpo nevado,
e Tártaro mevoento
no fundo do chão de amplas vias,
e Eros: o mais belo entre deuses imortais, solta-membros,
dos deuses todos e dos homens todos
ele doma no peito o espírito e a prudente vontade.
Do Cáos
Érebo e Noite negra nasceram.
Da Noite
aliás Éter e Dia nasceram,
gerou-os fecundada unida a Érebo em amor.
Terra primeiro pariu igual a si mesma
Céu constelado,
para cercá-la toda ao redor
e ser aos deuses venturosos sede irresvalável sempre.
Pariu altas Montanhas,
belos abrigos das deusas ninfas
que moram nas montanhas frondosas.
E pariu a infecunda planície impetuosa de ondas o Mar,
sem o desejoso amor.
Depois pariu do coito com Céu:
Oceano de fundos remoinhos
e Coios
e Crios
e Hipérion
e Jápeto
e Téia
e Réia
e Têmis
e Memória
e Febe de áurea coroa
e Tétis amorosa.
E após com ótimas armas
Cronos de curvo pensar,
filho o mais terrível: detestou o florescente pai.
Pariu ainda os Ciclopes de soberbo coração:
Trovão,
Relâmpago
e Arges de violento ânimo
que a Zeus deram o trovão e forjaram o raio.
Eles no mais eram comparáveis aos deuses,
único olho bem no meio repousava na fronte.
Ciclopes denominava-os o nome,
porque neles circular olho sozinho repousava na fronte.
Vigor, violência e engenho possuíam na ação.
Outros ainda da Terra e do Céu nasceram,
três filhos enormes, violent os, não nomeáveis.
Cotos,
Briareu e Giges,
assombrosos filhos.
Deles, eram cem braços que s altavam dos ombros, improximáveis
cabeças de cada um cinqüênta brotavam dos ombros, sobre os grossos membros.
Vigor sem limite, poderoso na enorme forma.
- Este texto poderá ser lido
silenciosamente e depois oralmente.
- Consideramos importante que
os estudantes pesquisem as palavras novas, principalmente utilizando um
buscador na internet, pois são termos antigos, de origem grega.
- Sugira a eles que elaborem
um glossário destes termos para serem publicados com as suas produções.
- A seguir inicie uma
interpretação do texto em conjunto com a turma, destacando os fenômenos
naturais, os fatos conhecidos pelos alunos, o sobrenatural, as relações de
parentesco que o poema expõe. Esta interpretação servirá de base para as
discussões sobre a mitologia grega.
- Sugerimos também a
metodologia de estudos de caso para esta atividade.
A mitologia grega
A linguagem utilizada pelos mitos é simbólica, mas seu sentido é mais profundo do que imaginamos. Estes conceitos mitológicos foram construídos ao longo dos séculos. A concepção de mito foi muito forte no ser humano, de tal forma que a realidade se expressava através de vertentes mitológicas de compreenderem a realidade, não somente entre os gregos, mas em todos os povos da antiguidade clássica.
Os mitos, para muitos povos, são considerados histórias que realmente aconteceram nos tempos antigos, envolvendo seres sobrenaturais que produzem uma nova realidade, como por exemplo, ainda muito forte nos dias atuais a concepção que Adão e Eva foram os primeiros habitantes de nosso planeta, que estes já possuíam conhecimentos como a fala, o raciocínio lógico, etc.
Segundo Hesíodo “realmente antes de tudo existiu o Khaos (Caos)..”. A concepção de caos que se tem, contemporaneamente, é de desordem e de confusão. Caos vem da palavra grega khínein, que quer dizer abismo. Assim, caos era concebido como o abismo profundo, algo indefinido, anterior a todas as coisas.
Hesíodo, em seu poema Teogonia, busca implicitamente demonstrar que tudo tem uma origem. Segundo ele, os primeiros “filhos” do Caos são: a Gaia, terra; o Tártaro, local mais pro fundo que Hades (o inferno dos gregos); e o Eros, amor, desejo, deus que supera todas as forças atraindo os opostos. A Terra se apoiava no Tártaro, que por sua vez era possível que se apoiasse no Caos. Naquele tempo, não se tinha a concepção de que a Terra pertencia a um sistema solar, ao universo, dentro de uma ordem. Posteriormente, se acreditou que a Terra era uma bolha imersa dentro do Caos.
Teogonia significa origem dos deuses. Nesse mito os deuses surgem através do desejo de união de outros deuses ou da separação.
Segundo o Prof. Paulo Ghiraldelli Junior (http://www.cef etsp.br/edu/eso/filosofia/aula1ghiraldelli.html):
A palavra mito também tem uma origem grega, ela vem de mythos. Há dois verbos que confluem para mythos: mytheo, que tem a ver com a conversação e a designação, e mytheyo, que tem a ver com a narração, com o contar algo para outro.
O mito narra algo que é inquestionável para quem está inserido fielmente na atividade de ouvi-lo. Ele tem a função de dizer algo que tal pessoa acredita sem que venha pensar muito de modo a colocá-lo em dúvida. Seu papel é de informar e dar sentido à existência de quem crê nele, mas, principalmente, o de socializar as pessoas e criar uma comunidade, a comunidade que forma o "nós", os que se organizam socialmente da mesma forma, exatamente porque, entre o que possuem de comum, o mito é não só alguma coisa forte, mas é exatamente a narrativa (única) que diz o que é comum para este "nós".
A partir do conceito de mito pode-se dizer então que as cosmogonias são de certa forma, narrativas sobre as origens do mundo. Em geral elas estão presentes nos mitos, isto quando não é a sua essência. Falam de união sexual entre deuses, que geram o mundo, ou união sexual entre deuses e humanos, que em geral criam situações complexas e dão o enredo a um a história que explica divisões, guerras, ciúme, paixões, disputa sobre a justiça, etc.
Na atualidade ainda temos vários rituais praticados por muitos povos, tais como as comemorações de nascimentos, casamentos, batizados, festas populares que lembram um fato, acontecimentos...
A partir desta concepção mitológica o homem foi evoluindo e pode-se dize r que os primeiros filósofos viveram no século VI a.C., sendo chamados de pré-socráticos, caracterizando pelo uso de métodos de raciocínio para medir, verificar e prever os fenômenos inicialmente, mais tarde rompe com a religião e com os mitos. São as chamadas cosmologias já estão mais para o campo do pensamento filosófico do que para o pensamento mitológico. As cosmologias são teorias a respeito da natureza do mundo. Já as cosmogonias são genealogias, diferentemente, das cosmologias que são conhecimentos a respeito de elementos primordiais, mas naturais. O pensamento cosmológico remete à phýsis, a palavra grega que tem a ver com o que é eterno e de onde tudo surge, nasce, brota. Trata-se de um elemento imperecível, que gera todos os outros elementos naturais, que são perecíveis.
A partir destes conceitos, estabeleça um diálogo com a turma, sentido de estabelecer ligações com os conhecimentos prévios, levantados no início da aula, fazendo relações com situações que eles vivenciam em seu cotidiano, presenciam nos meios de comunicação, na sua comunidade.
É muito importante que o estudante vá construindo conceitos, compreendendo quais principais idéias sobre o tema levantado. Esta atividade, inclusive poderá ser realizada com uma dinâmica de grupo.
A linguagem utilizada pelos mitos é simbólica, mas seu sentido é mais profundo do que imaginamos. Estes conceitos mitológicos foram construídos ao longo dos séculos. A concepção de mito foi muito forte no ser humano, de tal forma que a realidade se expressava através de vertentes mitológicas de compreenderem a realidade, não somente entre os gregos, mas em todos os povos da antiguidade clássica.
Os mitos, para muitos povos, são considerados histórias que realmente aconteceram nos tempos antigos, envolvendo seres sobrenaturais que produzem uma nova realidade, como por exemplo, ainda muito forte nos dias atuais a concepção que Adão e Eva foram os primeiros habitantes de nosso planeta, que estes já possuíam conhecimentos como a fala, o raciocínio lógico, etc.
Segundo Hesíodo “realmente antes de tudo existiu o Khaos (Caos)..”. A concepção de caos que se tem, contemporaneamente, é de desordem e de confusão. Caos vem da palavra grega khínein, que quer dizer abismo. Assim, caos era concebido como o abismo profundo, algo indefinido, anterior a todas as coisas.
Hesíodo, em seu poema Teogonia, busca implicitamente demonstrar que tudo tem uma origem. Segundo ele, os primeiros “filhos” do Caos são: a Gaia, terra; o Tártaro, local mais pro fundo que Hades (o inferno dos gregos); e o Eros, amor, desejo, deus que supera todas as forças atraindo os opostos. A Terra se apoiava no Tártaro, que por sua vez era possível que se apoiasse no Caos. Naquele tempo, não se tinha a concepção de que a Terra pertencia a um sistema solar, ao universo, dentro de uma ordem. Posteriormente, se acreditou que a Terra era uma bolha imersa dentro do Caos.
Teogonia significa origem dos deuses. Nesse mito os deuses surgem através do desejo de união de outros deuses ou da separação.
Segundo o Prof. Paulo Ghiraldelli Junior (http://www.cef etsp.br/edu/eso/filosofia/aula1ghiraldelli.html):
A palavra mito também tem uma origem grega, ela vem de mythos. Há dois verbos que confluem para mythos: mytheo, que tem a ver com a conversação e a designação, e mytheyo, que tem a ver com a narração, com o contar algo para outro.
O mito narra algo que é inquestionável para quem está inserido fielmente na atividade de ouvi-lo. Ele tem a função de dizer algo que tal pessoa acredita sem que venha pensar muito de modo a colocá-lo em dúvida. Seu papel é de informar e dar sentido à existência de quem crê nele, mas, principalmente, o de socializar as pessoas e criar uma comunidade, a comunidade que forma o "nós", os que se organizam socialmente da mesma forma, exatamente porque, entre o que possuem de comum, o mito é não só alguma coisa forte, mas é exatamente a narrativa (única) que diz o que é comum para este "nós".
A partir do conceito de mito pode-se dizer então que as cosmogonias são de certa forma, narrativas sobre as origens do mundo. Em geral elas estão presentes nos mitos, isto quando não é a sua essência. Falam de união sexual entre deuses, que geram o mundo, ou união sexual entre deuses e humanos, que em geral criam situações complexas e dão o enredo a um a história que explica divisões, guerras, ciúme, paixões, disputa sobre a justiça, etc.
Na atualidade ainda temos vários rituais praticados por muitos povos, tais como as comemorações de nascimentos, casamentos, batizados, festas populares que lembram um fato, acontecimentos...
A partir desta concepção mitológica o homem foi evoluindo e pode-se dize r que os primeiros filósofos viveram no século VI a.C., sendo chamados de pré-socráticos, caracterizando pelo uso de métodos de raciocínio para medir, verificar e prever os fenômenos inicialmente, mais tarde rompe com a religião e com os mitos. São as chamadas cosmologias já estão mais para o campo do pensamento filosófico do que para o pensamento mitológico. As cosmologias são teorias a respeito da natureza do mundo. Já as cosmogonias são genealogias, diferentemente, das cosmologias que são conhecimentos a respeito de elementos primordiais, mas naturais. O pensamento cosmológico remete à phýsis, a palavra grega que tem a ver com o que é eterno e de onde tudo surge, nasce, brota. Trata-se de um elemento imperecível, que gera todos os outros elementos naturais, que são perecíveis.
A partir destes conceitos, estabeleça um diálogo com a turma, sentido de estabelecer ligações com os conhecimentos prévios, levantados no início da aula, fazendo relações com situações que eles vivenciam em seu cotidiano, presenciam nos meios de comunicação, na sua comunidade.
É muito importante que o estudante vá construindo conceitos, compreendendo quais principais idéias sobre o tema levantado. Esta atividade, inclusive poderá ser realizada com uma dinâmica de grupo.
Incentive
os estudantes a procurarem na internet e livros, outros mitos da antiguidade
grega, para ilustrar a aula e compreender a importância deste pensamento
complexo para a filosofia. Sugiro que os professores a prove item estas
pesquisas para divulgar entre os demais alunos da escola as descobertas da
turma. Esta atividade pode ser realizada em sites que disponibilizam a escrita
colaborativa.
Acesse
o site: http://pt.wikiqu ote.or
g/wiki/Filosofia para postagens de citações. Cada grupo de
estudantes pode colaborar com citações relevantes selecionadas de autores
pré-socráticos.
Neste momento os alunos devem produzir um texto
que expresso os conhecimentos que se apropriou durante o desenvolvimento do
tema proposto. Passaremos a elaboração teórica da síntese, isto é, da nova
postura mental. Os estudantes deverão elaborar um pequeno artigo para compor um
livro com a coletânea de todos os textos da turma, posteriormente encadernado
em espiral e enviado à biblioteca da escola. Este artigo deve expressar as
reflexões sobre o tema proposto, podendo conter citações de vários autores,
fragmentos de histórias de mitos gregos, etc. Professor estabeleça um critério
de número de páginas e normas de digitação da atividade.
Nova
postura prática ante a realidade: Intenções, predisposições, prática, novo
conhecimento.
O
tema Mitologia Grega envolve muitos dos valores que a nossa sociedade ainda
cultua. É importante que este tema seja discutido entre os familiares dos
estudantes.
O
objetivo da Filosofia é demonstrar que existem muitas formas de pensar o mundo,
muitas vertentes filosóficas, religiosas que concebam a vida de formas
diferentes e os estudantes devem aos poucos analisar quais os valores
conceituais que estão de acordo com o seu ponto de vista.
Sugerimos que os estudantes apontem, em um texto para
ser anexado ao livro da turma, como a sociedade brasileira pode viver melhor,
ter mais conhecimento a respeito das pesquisas filosóficas e científicas.
r REFERÊNCIAS
- GHIRALDELLI JR, Paulo. Curso de Filosofia para não filósofos. Disponível em http://www.cefetsp.br/edu/eso/filosofia/aula1ghiraldelli.html acessado em 12/09/09.
- USP. Departamento de História. Teogonia. Disponível em http://www.fflch.usp.br/dh/heros/traductiones/hesiodo/teogonia/deusesprimordiais.htm. Traduzido do original grego por Jaa Torrano: Hesíodo, Teogonia, 3a edição, São Paulo, Iluminuras, 1995, p. 131-133.
- WIKIBOOKS. Filosofia. Disponível em http://pt.wikibooks.org/wiki/Filosofia< /a> acessado em 13/09/08.
- WIKIPÉDIA. Tales de Mileto. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Tales_de_Mileto acessado em 16/09/2008.
- WIKIQUOTE. Filosofia. Disponível em http://pt.wikiquote.org/wiki/Filosofia acessado em 13/09/08.
ATIVIDADES SOBRE SIMBOLISMO RELIGIOSO E PLURALIDADE
AS
ROUPAS RELIGIOSAS E SEUS SIGNIFICADOS
Na religião católica, a vestimenta
pode muitas vezes identificar a ordem a que o monge pertence. Por exemplo, os
capuchinhos utilizam um manto simples para simbolizar a simplicidade e um capuz
conhecido por tonsura para proteger a cabeça, muitas vezes raspada. A tonsura
representa o abandono de toda a vaidade e uma vida consagrada a Deus. Podem
também utilizar como cinto um cordão apresentando vários nós, como símbolo da
fé, esperança, caridade e penitência.
Na hierarquia da igreja católica se
percebe que na medida em que o grau hierárquico aumenta também a pomposidade e
exuberância da vestimenta cresce, simbolizando, assim, a riqueza e a nobreza do
espírito.Já para o costume religioso muçulmano, a presença do véu para as
mulheres é de suma importância. Este véu, conhecido como hijab, deve cobrir
todo o corpo da mulher com exceção do rosto, mãos e, eventualmente, também os pés.
Tal comportamento significa que elas estão em acordo com o que diz o Alcorão,
livro sagrado dos islâmicos, demonstrando, assim, sua submissão a Alá. Cabe
aqui lembrar que algumas igrejas evangélicas cristãs, substituíram o uso do véu
para as mulheres, símbolo de respeito a Deus, pelos cabelos compridos. Os
homens judeus usam sobre a cabeça um kipá. A palavra kipá significa arco e serve como uma
lembrança constante da presença de Deus, que, como um arco, protege e guia. O
kipá também significa que acima da pessoa existe Deus e Deus está acima das
pessoas, observando-as em todos os momentos. Desta maneira, associa-se à
humildade. Como se viu, as vestimentas utilizadas no ambiente religioso possuem significados e não são apenas adornos
ou questão de gosto pessoal. Deste modo,
vale a pena ficar atento para observar
como se vestem as pessoas que representam organizações religiosas.
Proposta
de atividade:
1- O professor passará o texto acima
para leitura e reflexão sobre o significado dos vestuários das religiões.
2-
Depois
de uma reflexão geral do texto, propor aos alunos, a uma pesquisa detalhada dos
vestuários como símbolo a fim de conhecer o significado e a importância que
elas representam nas crenças em cada
religião
3-
Orientar os alunos como base
do material pesquisado, com uma
apresentação virtual (vídeo,blog)das vestimentas pesquisadas das
instituições religiosas.
Dinâmica
Objetivo:
Respeitar a diversidade Religiosa
Material:
Folha de papel oficio e caneta.
Desenvolvimento:
A Professora
distribuirá papel e canetas para os alunos (os alunos já devem ter canetas
próprias). Em seguida, a professora pede a todos que escrevam no papel, qual a
religião pertence, nome dos pais, cidade onde nasceu, fruta que mais gosta de
comer, comida, bebida, música, cor, time, programa de TV, etc. Quando todos
escreverem no papel suas opiniões, a professora pede que cada um leia para
todos o que escreveram.
Depois que todos lerem a professora
pergunta a todos se eles ouviram dois ou mais alunos terem todas as suas
respostas iguais?
Reflexão final: A professora fala aos
alunos que todas as religiões são diferentes uma das outras, devendo-se
respeitar cada uma, deixando claro que nem uma é melhor ou mais importante do
que a outra, por isso, temos de respeitar todas as religiões assim como os seus
simbolismos.
Dinâmica
Sapato apertado
Objetivo: compreender as nossas diferenças;
colocar-se no lugar do outro especificamente a refletir sobre a diversidade
religiosa.
Formar um círculo; tirar os
sapatos; trocar o sapato do pé direito com o colega do lado.
Calçar os sapatos trocados, olhar para os pés calçados, andar pela sala, ocupar
todos os espaços da sala andando no ritmo da música (mais lenta, mais rápida,
correndo...).
Retomar o lugar inicial, sentar e destrocar os sapatos.
Fazer com o grupo a descrição da dinâmica passo a passo.
- O que nos provocou
estranhamento? Por quê?
- O que significou andar com o sapato do outro? Foi fácil/difícil?
- Como podemos relacionar isso com a nossa vida; com a dificuldade de
colocar-se no lugar do outro; de respeitar a diversidade religiosa com nossas
exigências e nossos preconceitos?
- Se todos são diferentes, por que temos tanta dificuldade de conviver com
diferenças?
Conversar com o grupo sobre os
sentimentos provocados, relacionando-os com o passo a passo da dinâmica (ficar
descalço, trocar os sapatos, calçar o sapato do outro, olhar para os pés, andar
e correr com o sapato do outro...)
Momento para refletir e falar os
sentimentos que foram provocados durante a dinâmica
- Foi bom usar o sapato do
outro?
- Assim como todo mundo tem o
seu tamanho de sapato, tem preferências de cor, modelo, marca também devemos
ter o mesmo direito de seguir uma religião e ser respeitado pela opção
religiosa.
Confeccionar um cartaz que
represente o pluralismo religioso; suas festividades religiosas. Pode-se
utilizar para confecção do cartaz figuras de revistas, jornais ou o aluno pode desenhar.
Após o aluno irá produzir uma história em quadrinho que fale sobre a diversidade
religiosa e o respeito que devemos ter com as diferenças religiosas.
- Pesquisar sobre as
principais festividades religiosas e populares, as músicas, danças que são
típicas dessas festas e porque essas festas são comemoradas.
- Elaboração de painéis ou
cartazes sobre algumas tradições religiosas e suas respectivas festas.
.- Apresentar uma propaganda
- Os alunos deverão formar
grupos e se imaginariam ser um membro de uma comissão organizadora de uma festa
religiosa ou popular e irão fazer uma propaganda
para divulgar a festa
- Montariam esta propaganda se caracterizando
levando comidas, objetos instrumentos, músicas ou encenação que seja comum nas
festas religiosa
- Os alunos devem confeccionar
um convite bem ilustrado para motivar os colegas a participar da sua festa.
-Devem apresentar a propaganda
como se estivessem numa festa religiosa todos caracterizados.
No final das apresentações os
alunos irão confeccionar um cartão parabenizando os colegas pela festa realizada,
como se eles estivesse participado da festa do colega.



